| Curioso, o mundo ainda gira |
| Curioso, ainda sei cantar |
| E suponho, que os homens ainda |
| Saem todo o dia pra trabalhar |
| Eu te telefono às vezes |
| E queimo coisas que foram suas |
| Espero o toque te acordar |
| Pra desligar na sua cara |
| Pra ter o gosto do controle |
| Mas eu desisto |
| Me recomponho |
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| E deixo a luz entrar |
| Para um novo mundo |
| Tiro o pó da sala |
| Saio do escuro |
| Eu corro todo dia às sete |
| As plantas têm ficado verdes |
| Mas quando o sol bate no olho |
| Manchas solares só desenham um esboço do seu rosto |
| Curioso |
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| Curioso, vou a muitos especialistas |
| Curioso, ninguém diz o que eu tenho |
| E suponho, que não seja nada ainda |
| Então arrumo um novo passatempo |
| Você é uma pessoa boa |
| Mas boas pessoas sempre ferem |
| Em nome de algo maior |
| Da liberdade ou do amor |
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| Mas deixo a luz entrar |
| Para um novo mundo |
| Tiro o pó da sala |
| Saio do escuro |
| Eu corro todo dia às sete |
| As plantas tem ficado verdes |
| Mas quando o sol bate no olho |
| Manchas solares só desenham um esboço do seu rosto |
| Curioso |
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| Deixo aqui minha questão e é sincero |
| Dos mistérios humanos da vida |
| Por que sempre voltamos ao mesmo lugar? |
| Curioso você estar lá |
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