| Sinta o cheiro das flores, pois será meu abraço |
| E um porta retratos, será um dos pouco meios de sorrir pra mim |
| Pra onde suas vistas forem, nas nuances das cores |
| Dentro de qualquer traço, o nosso amor persiste eu que cheguei ao fim |
| Mas, se tua carne clamar atenção |
| Se não quiser atender tentação |
| Encare de frente as dores, sempre dói romper laços |
| É a alma dos fracos, que o desespero ronda e sempre está a fim |
| De germinar temores, de testar seus valores |
| Enfraquecendo seus braços, atacando tua fé |
| Fazendo ela ruir |
| As idéias em rebelião |
| As armadilhas da imaginação |
| Se, tua saudade atingir patamares maiores do amor que ainda sente por mim |
| Não, não seja covarde e encare a verdade que a vida é brindada com um fim |
| Nunca chore a distância pois vossas lembranças molhadas não irão curar |
| Todas chagas que matam a esperança e os soluços eles sempre irão afogar |
| As idéias em rebelião |
| As armadilhas da imaginação |