| Mamãe velha venha ouvir comigo |
| O bater da chuva lá no seu portão |
| É um bater de amigo que |
| vibra dentro do meu coração |
| Venha Mamãe velha venha ouvir comigo |
| Recobre a força e chegue-se ao portão |
| A chuva amiga já falou, mantenha |
| e bate dentro do meu coração |
| A chuva amiga mamãe velha a chuva |
| Que há tanto tempo não batia assim |
| Ouvi dizer que a cidade velha a ilha toda |
| Em poucos dias já virou jardim |
| Dizem que o campo se cobriu de verde |
| Da cor mais bela porque é a cor da esperança |
| E a terra agora é mesmo cabo verde |
| É a tempestade que virou bonança |
| Venha comigo mamãe velha, venha |
| Recobre a força e chegue-se ao portão |
| A chuva amiga já falou, mantenha |
| e bate dentro do meu coração |
| A chuva amiga mamãe velha a chuva |
| Que há tanto tempo não batia assim |
| Ouvi dizer que a cidade velha a ilha toda |
| Em poucos dias já virou jardim |
| Dizem que o campo se cobriu de verde |
| Da cor mais bela porque é a cor da esperança |
| E a terra agora é mesmo cabo verde |
| É a tempestade que virou bonança |