| Alma com medo da morte, nunca aprende a viver. |
| Eu vivo a vida louca, eu não quero saber! |
| Olho para a morte com um sorriso, mãe avisou safoda o aviso. |
| Todos os dias me alcoolizo, fígado não preciso. |
| Damas sabem tou no activo, dou na hora sou agressivo. |
| Mais uma canuka para o meu arquivo, que se lixe o preservativo |
| Qualquer boda desarrrumo, chego bebo e fumo. |
| Até cair consumo, engravido não assumo. |
| Mais um assalto esse em maio, entras eu saio. |
| Eu te distraio, pego no mambo corro não mayo. |
| Qualquer mambo brother eu payo. |
| Quem mandou a cota ser viúva? Culpa não é minha se o marido morreu. |
| Filha dela é minha panca, lhe engravido puto não é meu! |
| Puto não é teu? |
| Quem é essa voz que tá aí? Quem tá aí? |
| Calma avilo eu sou o gajo que sempre cuidou de ti. |
| Quando bateste com o carro roubado, e só tiveste um corte. |
| Quando bazaste no aeroporto e era falso o passaporte. |
| Quando levaste aqueles 2 quilos de branca para o norte. |
| E a polícia não revistou ou tu achas que foi sorte? |
| Quando o teu nigga foi para a kuzú, lembras? |
| Tu saiste, pensei que tivesses um acordo mas não cumpriste! |
| Yeah, yeah, yeah… |
| Ahahahahah |
| Agora o acordo tá desfeito e eu tou muito insatisfeito. |
| Então eu vim buscar aquilo que é meu por direito! |
| Teu por direito? My nigga eu não assinei nenhum contrato! |
| Nunca te vi na vida, se me fatigas, juro te mato! |
| Tu não me matas, eu sou a morte e o teu dia chegou. |
| Eu sou a viúva que tu roubaste, eu sou o puto que a miuda abortou. |
| Esse mambo não pode acontecer, é um pesadelo ou então é feitiço. |
| Deus me ajuda só… |
| Cuidado irmão Deus não tem nada haver com isso! |
| Então dá só uma oportunidade, juro que agora eu te obedeço. |
| Até agradeço, dou dinheiro… |
| Safoda o dinheiro tua alma é o preço, agora choras que nem uma porca. |
| Fecha a boca onde é que tá a vida louca? O que é que tu tens pra mim? |
| Não diz isso… |
| O que é que tu tens em troca? |
| Meu pai tá velho, levou um tiro no joelho. |
| Meu irmão tá doente, com uma cajadada matas dois coelhos. |
| Tenho mulheres, tenho drogas, diz-me qual é o teu vício. |
| Atiro o meu filho de um edifício, se preferires um sacrifício. |
| Irmão tudo o que ofereceste é velho, essas merdas eu não quero! |
| Juro pra te ser sincero, tenho nojo do teu desespero. |
| Agora vens comigo, teu nome tá no caderno. |
| E agora eu te condeno, eternidade no inferno! |